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Bateram no meu carro! Quem poderá me ajudar?

A resposta é simples: se bateram no meu carro e eu quero ir atrás dos meus direitos, o primeiro passo é buscar um perito particular

Eu estava dentro da velocidade permitida, corretamente em minha mão e atento ao que estava acontecendo ao meu redor quando, de repente, bateram no meu carro!
A frustração nesses casos é inevitável.
Uma série de pensamentos ruins começam passar pela cabeça: não vou conseguir chegar onde eu estava indo; terei um prejuízo enorme com o veículo; terei de gastar muito tempo com detalhes burocráticos. Meu Deus, por que bateram no meu carro?!
Embora seja tarefa extremamente difícil, o primeiro passo nesses casos de acidente é deixar as primeiras emoções e impulsos passarem e iniciar a racionalização sobre quais são os passos que devo tomar para buscar meus direitos.

Bateram no meu carro! Apesar de frustrado, devo buscar o auxílio de profissionais que me auxiliem a buscar soluções de forma racional

Vamos supor que, por exemplo, eu estava parado em um semáforo fechado e de maneira súbita bateram na traseira do meu carro.
Dependendo dos princípios e do estado de consciência do condutor do carro que se chocou de maneira injustificável com o meu, não será possível estabelecer uma conversa cordial – argumentando as responsabilidades com as quais cada um terá de arcar por conta da colisão.
É possível até que a pessoa que bateu no meu carro esteja embriagada e decida por fugir – caso o carro dela funcione após o choque, ou pior, queira iniciar uma briga argumentando que a responsabilidade pelo ocorrido é minha.
Essas variáveis do comportamento humano fazem, portanto, que muitas vezes o caminho da busca por uma resolução consensual – baseada no ‘bom senso’ dos envolvidos no acidente, não seja possível.

Auxílio profissional é indispensável na resolução de acidentes de trânsito

De volta então à pergunta central: bateram no meu carro, e agora? A resposta para essa dúvida que aflige todos os condutores que acabam sendo vítima em uma colisão entre veículos passa necessariamente pela busca por profissionais que possam solucionar o caso de maneira técnica.
Dentro desse escopo, engenheiros mecânicos que atuem como peritos de acidente de trânsito se constituem em figura indispensável.
São esses especialistas que irão se debruçar sobre os pormenores da colisão e, com base em evidências físicas deixadas no veículo ou no asfalto, bem como a partir de relatos de testemunhas, irão reconstituir a cena do ocorrido.
A partir dessa ‘remontagem’, o expert irá compor um laudo pericial que servirá como ‘porta de entrada’ para que a vítima da batida possa buscar todos os seus direitos.
Simulemos aqui um primeiro contato em que eu- condutor vitimado – aciono um perito de trânsito particular para me auxiliar em uma situação em que o acordo consensual com o outro condutor não foi viável.

Conversa com perito profissional abre caminhos para a busca por direitos em batidas de trânsito

“Rapaz, bateram no meu carro. Eu estava parado no semáforo fechado, com a marcha desengatada, esperando atentamente o sinal abrir para dar a partida e – de repente – bateram na traseira do meu carro. Você acredita? O que é que eu faço agora?”, eu diria.
A partir desse relato, o perito analisaria a situação em busca de evidências e montaria um ‘caso’ com detalhes técnicos e provas que demonstrassem a veracidade daquele relato a fim de que, a partir disso, eu pudesse me decidir por, por exemplo, acionar poder judiciário de maneira assertiva, em busca dos meus direitos.

Bateram no meu carro. Devo acionar a justiça?

Como sempre alertamos em diversos posts desse mesmo blog, o gasto para se impetrar uma ação judicial no Brasil é alto o suficiente para nos fazer pensar duas vezes sobre a relação custo-benefício desses processos, ainda que acreditemos estar com a razão.
Por esse motivo, mesmo em casos em que eu acredite que ‘bateram no meu carro e eu não tenho culpa nenhuma disso’, é preciso se certificar não apenas que eu vou ser capaz de comprovar essa minha percepção do acidente, mas também ter uma ideia solidificada da quantia que poderei pleitear como indenização.
Nesses casos, é fundamental que eu possa recorrer a um profissional especialista de trânsito – como o perito, antes de contatar qualquer advogado para me defender no processo.
Partimos desse princípio a partir da observação da lógica que aponta que, por mais honesto e profissional que o advogado seja, a natureza de seu papel tem ligação indissolúvel com o poder judiciário.
Isto é, ele não pensará duas vezes antes de se concentrar em montar um caso para acionar a justiça com o objetivo de ajuda-lo a conquistar seus direitos a partir da justiça.

Advogados tendem a encorajar judicialização de acidentes de trânsito – independente da situação

Há alguma coisa errada com isso? Absolutamente não.
O ponto é que, na prática – a depender da sentença do juiz, baseada no laudo realizado a partir das análises feitas pelo perito indicado pelo poder judiciário, o condutor pode não ter a vitória que esperava – o que o fará não apenas ficar sem direito à indenização pela colisão, mas também ter de arcar com os gastos processuais e os honorários do advogado.
Portanto – de novo, se bateram no meu carro, o primeiro passo mais inteligente é acionar um perito de trânsito particular para que, com sua vasta experiência e conhecimento da maneira com que seus pares peritos indicados pela justiça analisam cada situação.
Muitas vezes a opção por não acionar a justiça é mais inteligente sob o ponto de vista financeiro do que uma vitória nos tribunais onde as contrapartidas acabam ficando no zero a zero com o valor gasto durante o processo.

Laudo pericial vai me ajudar a negociar com a pessoa que bateu no meu carro

Além de poder produzir provas que sirvam no âmbito judicial e atuar como um ‘conselheiro assertivo’ a respeito da decisão de judicializar ou não o caso, o perito de trânsito particular pode ser figura crucial na negociação consensual entre os condutores.
Não raramente, um condutor em posse de laudo pericial realizado por um expert em acidentes de trânsito acaba ganhando ‘mais atenção’ da outra parte na hora de negociar resoluções consensuais.
Em suma, o que acontece é que – quando sabedor da comprobabilidade de sua culpa na colisão, o condutor que se chocou com o outro veículo de maneira irresponsável tende a ser mais receptivo a negociações com a vítima do acidente.



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