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Vítima de acidente de trânsito deve lutar por seus direitos

Saiba porque a participação de um perito especialista em casos de colisão entre veículos – sejam eles automóveis ou motocicletas – é fundamental antes mesmo da judicialização do caso

Embora a gente tenda a ignorar completamente a possibilidade, todas as vezes em que colocamos nosso carro na rua estamos sujeitos a sofrer um acidente de trânsito.
É claro que existem várias formas de diminuirmos as nossas chances de nos envolvermos em uma colisão entre veículos, nos atentando a medidas como a prudência na condução – adotando a chamada direção defensiva, e fazendo uma manutenção regular do veículo para minimizar a ocorrência de falhas técnicas.
Mas e se mesmo fazendo tudo isso você acabar se envolvendo em um acidente de trânsito? Se, por exemplo, um outro condutor ignorou a placa ‘Pare’ e acabou provocando o choque ou se bateu em sua traseira com o semáforo vermelho. O que fazer?
De maneira geral, em quase toda colisão entre veículos é possível se apontar aquele que deve ser responsabilizado pelo acidente e aquele que deverá ser indenizado como ‘vítima’.
Para chegar que se possa chegar a essa conclusão, no entanto, a participação de um perito – profissional especializado em análises de acidente de trânsito é fundamental.

Vítima de acidente de trânsito deve buscar seus direitos

É ele que irá analisar as evidências deixadas no local da batida, seja ela uma colisão entre carros ou uma colisão entre motos – bem como as pistas deixadas nas próprias latarias dos veículos para determinar o condutor responsável por aquele acidente.
Ao contrário do que muita gente imagina, porém, não necessariamente é preciso impetrar um processo judicial para contar com a participação de um perito em análise de acidente de trânsito nesses casos de colisões.
A contratação particular desses profissionais – que há muito tempo já é popular em casos em que as colisões entre veículos envolvem frotistas e transportadoras, tem se tornado cada vez mais acessível também para ‘pessoas comuns’.
Essa tendência tem se pautado na percepção de que o custo-benefício de poder se avaliar o caso antes de acionar o poder judiciário é significativo – já que poupa o condutor dos gastos com os trâmites burocráticos da justiça brasileira sem que este tenha noção exata de suas chances de vitória no processo.

Procedimentos realizados na perícia de acidente de trânsito

Para que possa aferir culpado e vítima em uma colisão entre veículos, o perito irá se debruçar sobre algumas questões chave da ocorrência a fim de produzir um laudo pericial conclusivo que, inclusive, servirá como prova para o poder judiciário em caso de judicialização do acidente de trânsito.

Laudo de perito particular serve de prova judicial

Dentre essas questões analisadas se destacam:
A apreciação de depoimentos de testemunhas a fim de desenhar caminhos iniciais para a investigação, bem como confirmar suspeitas;
Observação da sinalização do local para identificar placas que possivelmente estejam encobertas por árvores, semáforos em mal funcionamento, pinturas já gastas no chão;
Evidências físicas na lataria dos veículos que, com a experiência dos peritos, apontam questões como a direção em que ocorreu a colisão entre veículos e a intensidade do choque;
Rastros do pneu deixados no asfalto para mensurar intensidade da frenagem a fim de aferir a velocidade com que os veículos se deslocavam instantes antes do acidente de trânsito;
As condições do asfalto, para identificar buracos ou a presença de lombadas que possam ter contribuído para a colisão entre veículos;
Condições climáticas nas quais o acidente de trânsito ocorreu, pois elas aumentam significativamente o risco de colisões.
Além de todos esses elementos, a prática da perícia forense tem ainda utilizado softwares modernos para – a partir da observação de vídeos gravados por câmeras de trânsito ao redor da cidade, calcular a velocidade em que os veículos se movimentavam na colisão entre carros e colisão entre motos.

Perícia de acidente de trânsito é elemento chave na luta por direitos

São muitos os direitos do condutor apontado como vítima em uma colisão entre veículos. Eles dizem respeito desde às contrapartidas que este terá de receber da seguradora até às diversas indenizações que a parte culpada terá de arcar.
Por envolverem significativa quantia monetária, porém, essas contrapartidas nem sempre são entregues espontaneamente pela parte culpada – em acordos informais, o que reforça a necessidade da vítima contar com o auxílio em um perito em acidente de trânsito particular.
Em outro post desse mesmo blog, citamos todas as indenizações à que o condutor considerado vítima da colisão entre veículos terá direito.
A partir da perícia realizada por um engenheiro mecânico especificamente, o condutor vitimado pelo acidente de trânsito poderá pleitear o ressarcimento de todos os gastos materiais que teve em decorrência do ocorrido.
Conforme a comprovação apontada no lauto pericial do profissional de perícia contratado, o condutor apontado como responsável terá – de acordo com a legislação – de arcar com o conserto do veículo e, nos casos em que a vítima utiliza o veículo a trabalho, com os ganhos que esta deixou de angariar.
Na chamada regra do ‘Lucro cessante’, profissionais como motoristas de aplicativo ou taxistas podem solicitar indenização referente a seus ganhos médios até que o veículo esteja devidamente recuperado.

Motoristas têm direito a indenização proporcional aos dias não trabalhados

No ano passado, uma sentença imposta pelo 2º Juizado Especial Cívl e Criminal do município de Samambaia – cidade satélite de Brasília, capital federal, fixou um valor de R$ 4.650 reis como indenização referente aos dias que um taxista vitimado não consegui trabalhar por ter ficado sem seu veículo.
O valor estabelecido teve como base um ganho médio de R$ 150,00 diários recebidos pelo taxista.
Vale voltar a ressaltar que essas e outras indenizações, direitos da vítima do acidente de trânsito, só podem ser aferidas a partir da conclusão técnica de um perito de colisões entre veículos.
Pessoas que já se envolvem em acidentes de trânsito e tentam solucionar a questão no ‘boca a boca’, ainda que uma das partes reconheça e se disponha a combinar informalmente valores indenizatórios – dificilmente têm todos os seus direitos atendidos no processo e não raramente são lesadas.



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