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Contrate um perito particular e tenha seu ponto de vista representado na perícia judicial

Análise de especialista também é fundamental antes mesmo da judicialização do acidente de trânsito

Melhor solução para a resolução de casos de colisão de veículos, a contratação de um especialista para a realização de análise – por meio de perícia judicial ou extrajudicial – é hoje uma solução acessível para todos os cidadãos.

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Essa nova realidade vem substituir um tempo no qual as batidas eram resolvidas no chamado boca-a-boca, onde – sem a presença de um examinador de trânsito – os condutores argumentavam entre si em defesa de suas causas – em uma discussão maculada por seus interesses próprios e pelas instabilidades emocionais causadas pela situação.

Muito mais eficiente, o ato de contratar perito particular permite ao condutor contar com uma avaliação completa da colisão para decidir pela judicialização ou não do caso (perícia extrajudicial), ou ainda para se defender em caso de acusação via processo judicial (perícia judicial).

Como é feita a perícia

Algumas questões que para leigos são apenas consequências de uma colisão são – para um examinador de trânsito experiente – capazes de contar a história e as causas daquele acidente.

Em uma análise técnica- seja ela parte de perícia judicial ou de perícia extrajudicial – o profissional pode, por exemplo, determinar a altura, a cor e a direção que veio o veículo com que o carro analisado que se chocou a partir da observação das marcas deixadas na lataria deste.

Outros elementos que servem de evidência para o perito examinador são: rastro de pneu; condições climáticas; depoimentos de testemunhas, sinalização prejudicada; idade da avaria; condição do asfalto; e lesões corporais acidentes. Neste mesmo blog, já discutimos o assunto em detalhes.

Em suma, o que o condutor precisa ter consciência é que contratar perito particular garantirá o acidente seja destrinchado em suas menores minúcias, de modo a não restar dúvidas sobre quem são os responsáveis pelo acidente e quais são as contrapartidas a serem entregues por eles.

De que se trata a perícia extrajudicial

Os custos burocráticos para se impetrar uma ação jurídica no Brasil são altíssimos e representam por si só uma espécie de barreira para aqueles que desejam judicializar uma causa.

Diante desse cenário, é de suma importância que – antes de recorrer ao judiciário em um caso de colisão no trânsito – o condutor tenha certeza não só de ‘estar com a razão’ no ocorrido e que essa razão será confirmada pela perícia judicial, mas também consiga quantificar as contrapartidas a ele cabíveis para decidir se vale ou não apena judicializar a questão.

Para responder a essa necessidade é que se faz fundamental o ato de contratar perito particular a fim de que ele realize uma análise prévia, desvinculada da justiça – em uma análise que chamamos de perícia extrajudicial.

Por ter sido produzida por um especialista, um examinador de trânsito profundo, essa perícia extrajudicial medirá assertivamente o tamanho da responsabilidade dos condutores envolvidos naquele acidente, descrevendo o cenário com precisão e – mais do que isso – encaixando-o no contexto histórico das decisões jurídicas sobre o tema.

A depender do que apontar tecnicamente essa perícia extrajudicial, o condutor irá decidir pelo envolvimento, ou não, da justiça no caso.

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As diferentes modalidades de perícia judicial

A partir do momento em que a decisão sobre as contrapartidas e responsabilidades em casos de colisão no trânisto passam para o âmbito judiciário – a perícia realizada, seja pelo braço do estado ou pela contratação de perito particular passam a se configurar em perícia judicial.

Para apoiar sua decisão com bases técnicas e coletar provas, o juiz escolhe um perito de sua confiança para realizar a perícia judicial do caso a fim de produzir um relatório conclusivo sobre o ocorrido.

Esse perito será, portanto, um profissional ‘neutro’ no caso – representando a unica e exclusivamente a justiça no processo sem possuir relação com os condutores, sejam eles acusados ou acusadores.

Seu relatório, conhecido tecnicamente como laudo pericial, não será – porém – considerado como ‘verdade absoluta’ pelo tribunal de justiça. Nesse contexto, caberá aos advogados das partes interessadas apresentarem o contraditório a partir de uma outra modalidade de perícia judicial – a da assistência técnica.

Comumente, advogados optam por contratar perito particular para realizar suas próprias análises a partir de sua experiência como examinador de trânsito, algo que os advogados ‘generalistas’ não costumam carregar em seus repertórios.

A esse assistente técnico caberá – a partir de sua perícia judicial – as seguintes atribuições:

  • Sugerir e assessorar a elaboração de quesitos que a parte irá apresentar;
  • Apresentar críticas e contrapontos de maneira pertinente em relação ao trabalho do perito judicial designado;
  • Identificar pontos não explorados pelo perito judicial designado e solicitar que o advogado apresente quesitos suplementares para melhor cobertura do assunto tratado – quesitos esses que podem ser cruciais ao andamento do processo;
  • Apresentar uma crítica detalhada e minuciosa ao laudo do perito judicial para seu advogado, indicando-o possíveis pontos a serem contestados;
  • Usar sua experiência para identificar erros de cálculos no laudo do perito judicial designado, bem como levantar pontos omitidos e/ou distorções de fatos;

Contratar perito particular pode ser a diferença entre vitória ou derrota no processo

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Peritos são especialistas super-preparados para analisar as diversas condições nas quais um acidente de trânsito ocorre e suas análises são imprescindíveis para se chegar a uma versão mais exata possível das causalidades da colisão.

Acontece, porém, que esses mesmos profissionais também são seres humanos e sujeitos a erro – de modo que, é totalmente plausível, que a perícia judicial realizada pelo agente designado pela justiça possa ignorar nuances capazes de favorecer a um dos lados.

É nesse ambiente de ‘possibilidade de erro’ que contratar perito particular como assistente técnico, a fim de que este faça sua própria perícia judicial se torna fundamental.

Apesar de ser contratado por um dos lados, ele seguirá pautando seu trabalho na honestidade e na busca por evidências na hora de produzir seus laudos periciais – mas, por estar em contato direto e constante com um dos condutores representados, poderá ser auxiliado por este a olhar para questões específicas que ocorrem em cada acidente.

Muitas vezes as evidências das ‘análises padrão’ podem apontar para um fio condutor de história, mas um relato trazido pelo condutor a respeito de seu acidente em específico, pode trazer variáveis modificadoras de toda a linha de raciocínio que predominava até ali.

Contratar perito particular significa garantir que o ponto de vista do condutor sobre o acidente será ouvido e investigado na perícia judicial, questão que pode fazer toda a diferença entre sua vitória ou derrota no processo.



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