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Perícia de trânsito garante os direitos da vítima da colisão

Contratação de um perito particular para a realização de perícia de trânsito é indispensável para que condutor conheça e exerça seus direitos judicial ou extrajudicialmente

Por afetar significativamente a vida dos condutores envolvidos – seja física, material ou emocionalmente, os acidentes de automóvel possuem uma extensa legislação a respeito das contrapartidas a serem entregues pelo responsável pela colisão. Para avalia-las, a perícia de trânsito é ferramenta indispensável.
Ao avaliar tecnicamente o ocorrido em suas minúcias mais profundas, a perícia de trânsito é capaz não apenas de identificar o responsável, mas também avaliar a dimensão de sua violação, bem como dos danos causados à vítima, mensurando a indenização a ser entregue.

Perito particular analisa minúcias do acidente e posiciona condutor sobre possíveis indenizações

Obviamente, por exigir profundo conhecimento de tudo que envolve esses acidentes, essas perícias precisam ser realizadas por profissionais especializados – o que na maioria dos casos sugere a contratação de um perito particular por parte do condutor que se sentiu lesado.
Esse perito particular irá fazer esse trabalho de análise a fim de sugerir a entrada ou não do condutor com ação judicial, baseando-se em suas chances de vitória no processo, bem como na projeção das contrapartidas com a qual o condutor será recompensado.
A partir de suas conclusões tiradas da perícia de acidente de trânsito, o perito particular poderá ainda atuar como um assistente técnico valioso ao advogado do condutor – já que irá auxilia-lo na apresentação do caso com detalhes técnicos pertinentes e facilmente comprováveis pelo perito designado pelo poder judiciário.

Legislação sobre indenizações decorrentes de acidentes de trânsito é vasta – perito particular pode ajudar

Embora a regra principal das indenizações decorrentes de acidentes de automóveis seja bastante básica ao definir que o condutor apontado como culpado na perícia de trânsito é quem pagará a indenização, diversas outras nuances cercam o tema.
Uma delas se refere ao fato de que – caso o condutor apontado como responsável pelo acidente pela perícia de acidente de trânsito possua seguro em seu veículo, caberá à seguradora realizar os pagamentos até o limite das coberturas contratadas.
Outra variável nessa definição de ‘quem pagará a conta’, diz respeito à possibilidade de responsabilização do proprietário do veículo nas situações em que ele empresta seu automóvel para a pessoa que foi responsabilizada pela perícia de trânsito como ‘culpada’.
Além disso, se verifica se o condutor causador estava realizando algum serviço para uma empresa – podendo, nesses casos, a empregadora ser responsabilizada.

Indenizações vão muito além dos custos de reparação do veículo

Conheça as indenizações cabíveis à vítima de acordo com o laudo da perícia de trânsito

Enganam-se as pessoas que acreditam que as indenizações provenientes de acidentes de trânsito dizem respeito apenas à cobertura dos gastos do veículo danificado.
Como esse texto trouxe logo em seu primeiro parágrafo, colisões de veículos podem produzir efeitos significativos nos campos físico, material e emocional – de modo que será papel do perito particular avaliar, junto ao advogado, os impactos do acidente analisado em todos esses campos, transcendendo a ‘mera técnica’ da perícia de acidente de trânsito.
Abaixo, listaremos os principais direitos das vítimas de acidentes de trânsito:
1 – Danos Morais
Os condutores apontados como vítimas pela perícia de trânsito poderá receber um valor compensatório – ou ao menos atenuante – aos sofrimentos físicos e psicológicos que sofreu em decorrência do acidente.
Neste item, serão consideradas questões como o tempo que a vítima permaneceu em recuperação – seja no hospital ou dentro de sua casa, e toda a angústia proveniente das incertezas sobre possíveis sequelas funcionais e estéticas.
Embora não tenha preço ‘tabelado’, valores médios relacionados aos danos morais apontam quantias de: R$ 15 a R$ 30 mil para lesões temporárias; R$ 30 a R$ 200 mil reais para sequelas permanentes; R$ 70 a R$ 200 mil em cenários de morte.
2 – Indenização pelos danos materiais
Esse item diz respeito ao ressarcimento de todos os gastos materiais que a vítima teve em decorrência da colisão.
O condutor apontado como responsável pela perícia de acidente terá, de acordo com a legislação, de arcar não apenas com o conserto do veículo – mas também com as despesas de remédios, consultas, terapeutas, hospedagens e cirurgias.
O valor será fixado pelo juiz do caso de acordo com a quantia exata comprovada pelo lado da vítima a partir da apresentação de recibos e notas fiscais.
3 -Indenização por aquilo que a vítima deixou de ganhar
Nela este terceiro item, estabelece-se que o responsável pelo acidente de acordo com a perícia de acidente de trânsito terá de arcar, por exemplo, com a totalidade do salário da vítima durante o período em que esta permaneceu sem poder trabalhar.
Mais forte que isso, caso o condutor apontado pela perícia de trânsito como vítima acabe ficando com uma sequela permanente que a traga limitação para o trabalho, este terá direito a uma pensão vitalícia proporcional à limitação.
Para exemplificar essas questões, visualizemos o seguinte cenário: se o trabalhador vítima do acidente tem salário de R$ 3.000,00 por mês. Pelos oitos meses sem trabalhar, receberá R$ 24.000,00. Depois poderá receber, se a limitação permanente é de 20%, o valor mensal de R$ 600,00 até o final de sua vida.

Sequelas físicas – sejam temporárias ou permanentes – são parte importante das indenizações em acidentes de trânsito

Perito particular é fundamental na prescrição de cuidados em acordos ‘boca a boca’

A magnitude e os traumas psicológicos causados por um acidente de trânsito pode fazer com que os condutores queiram ‘apagar logo’ aquele episódio – buscando uma resolução rápida a partir de um simples acordo ‘boca a boca’.
Essa pressa em solucionar o impasse de maneira informal, porém, muitas vezes faz com que a vítima acabe abrindo mão de uma série de direitos que teria caso tivesse recorrido a um perito particular para realizar uma perícia de trânsito detalhada.
Acima de tudo, a realização de uma perícia de trânsito irá servir como prova documentada para garantir que a responsabilização do condutor culpada tenha sido feita corretamente.
Essa documentação poderá ser de grande valia caso o ‘acordo extrajudicial’ não seja cumprido por uma das partes – criando a necessidade de judicialização posterior do caso.
Dentro desse contexto, reafirmamos ser indispensável que o condutor que se sentir lesado em uma colisão opte pela contratação de um perito particular – pois essa atitude será sua maior garantia de ter seus direitos respeitados durante todo a caminhada que se suceder ao acidente, seja ela judicial ou extrajudicial.

 



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